A) Ametista B) Diamante C) Topázio D) Safira
A) Ametista B) Esmeralda C) Granada D) Turquesa
A) Feldspato B) Corindo C) Berilo D) Quartzo
A) Topázio B) Rubi C) Esmeralda D) Safira Estrela
A) Jadeite Jade B) Jade nefrita C) Jade preto D) Jade imperial
A) Almandine B) Espessartita C) Demantoide D) Rodolito
A) Peridoto B) Esmeralda C) Safira D) Opala
A) Impurezas de manganês B) Impurezas de titânio C) Impurezas de cobre D) Impurezas de ferro
A) Cobre B) Ferro C) Zinco D) Manganês
A) Um estudo financeiro relacionado à comercialização de pedras preciosas. B) Um ramo da biologia que se dedica ao estudo das gemas. C) A ciência que estuda materiais de pedras preciosas, tanto naturais quanto artificiais. D) Uma forma de arte focada na criação de joias utilizando pedras preciosas.
A) GIA. B) Associação Gemológica da Grã-Bretanha. C) Sociedade Americana de Gemas. D) A Associação Nacional de Ourives da Grã-Bretanha (NAG).
A) 1947. B) 1908. C) 1931. D) 1925.
A) Fundador do GIA (Gemological Institute of America). B) Fundador da American Gem Society. C) Membro da NAG (National Association of Goldsmiths). D) Robert Shipley.
A) A necessidade de serviços de avaliação de joias. B) O aumento da oferta de 'pérolas cultivadas' e os avanços na síntese de rubis e safiras. C) A demanda por certificação de diamantes. D) O desenvolvimento da escala de Mohs.
A) O tamanho da pedra preciosa. B) Compreender sua estrutura atômica e identificar sua origem. C) A intensidade da cor, isoladamente. D) O peso da pedra preciosa.
A) Apenas a cor da pedra preciosa. B) A demanda do mercado por esse tipo específico de pedra preciosa. C) O significado histórico da pedra preciosa. D) Fatores como a estrutura cristalina, a densidade específica, o índice de refração e outras propriedades ópticas.
A) Compreender a estrutura atômica e identificar sua origem. B) Identificar o peso da pedra preciosa. C) Medir as dimensões da pedra preciosa. D) Determinar a idade da pedra preciosa.
A) Apenas pela cor. B) De acordo com seu valor de mercado. C) Com base em sua estrutura cristalina, densidade específica, índice de refração e outras propriedades ópticas. D) Pelo país de origem.
A) A escala de Mohs, irregular, utilizada para medir a dureza dos minerais. B) A demanda do mercado por esse tipo de pedra preciosa. C) A intensidade da cor da pedra preciosa. D) O peso da pedra preciosa.
A) Análise microscópica da estrutura interna, revelando inclusões fluidas naturais ou cristais externos parcialmente fundidos. B) A intensidade da cor por si só. C) O peso da pedra preciosa. D) O valor de mercado.
A) Uma propriedade óptica utilizada na classificação de pedras preciosas. B) Um tipo de tratamento para pedras preciosas. C) Uma escala para medir a dureza das pedras preciosas. D) Um método de corte de pedras preciosas.
A) Exibir pedras preciosas para potenciais compradores. B) Armazenar pedras preciosas com segurança durante o transporte. C) Realizar análises e avaliações no local, de forma independente da infraestrutura. D) Limpar e polir pedras preciosas.
A) O tamanho e o peso da pedra. B) A importância histórica da pedra preciosa. C) Valor de mercado e demanda. D) Cor, índice de refração, características ópticas, densidade específica e exame das características internas sob ampliação.
A) Uma pérola natural encontrada em ostras. B) Um tipo de pérola recém-desenvolvido que motivou a criação do primeiro laboratório gemológico em Londres. C) Um diamante sintético. D) Um método antigo de polimento de pérolas.
A) Encontrar uma quantidade suficiente de gemas brutas. B) Formar um número adequado de especialistas em gemologia. C) Preservar as técnicas tradicionais de lapidação de pedras preciosas. D) Identificar tratamentos aplicados em pedras, novos materiais sintéticos e outros materiais inovadores.
A) Ela apresentará variações distintas em suas propriedades internas e ópticas. B) As safiras tailandesas são mais valiosas. C) As safiras do Mianmar são sempre maiores. D) Elas têm o mesmo valor.
A) Espectrômetro FTIR B) Espectroscópio C) Refratômetro D) Polariscópio
A) Líquido de contato para índice de refração B) Dicrómetro C) Lanterna de inspeção D) Esfera da figura óptica
A) Lanterna pequena B) Microscópio C) Pano para limpeza de pedras D) Filtro de cor
A) 4,00 B) 1,81 C) 3,15 – 4,20 D) 5,6 – 5,9
A) Dicróscopo B) Espectroscópio C) Polariscópio D) Refratômetro
A) Espectrômetro Raman B) Sistema de espectroscopia de fotoluminescência C) Espectrômetro EDXRF D) Lâmpada ultravioleta
A) Polariscópio B) Refratômetro C) Espectrômetro FTIR D) Lâmpada ultravioleta
A) Refratômetro B) Espectrômetro FTIR C) Polariscópio D) Espectrômetro de difração de raios X por energia dispersiva (EDXRF)
A) Refratômetro B) Espectroscópio C) Dicróscopio D) Polariscópio
A) Refratômetro B) Espetroscópio C) Polariscópio D) Espectrômetro Raman
A) Espectroscópio B) Refratômetro C) Dicróscopo D) Polariscópio
A) O ângulo acima do qual a luz é refletida internamente dentro de uma gema. B) O ângulo em que uma pedra preciosa absorve mais luz. C) O ângulo em que uma pedra preciosa fratura. D) O ângulo em que uma pedra preciosa exibe seus planos de clivagem.
A) Eles são amorfos, como o vidro. B) Eles não apresentam nenhuma estrutura interna. C) Eles possuem estrias curvas. D) Eles apresentam pequenas imperfeições onde a orientação cristalina muda abruptamente.
A) The Journal of Gemmology (O Jornal de Gemmologia). B) Gems & Gemology (Pedras Preciosas e Gemmologia). C) Gemology Frontier (Fronteiras da Gemmologia). D) IGR – Revista Italiana de Gemmologia.
A) Medição do índice de refração. B) Análise espectroscópica. C) Teste de densidade específica. D) O processo Verneuil.
A) Eles identificam estrias curvas. B) Eles medem o índice de refração. C) Eles exibem bandas que indicam qual elemento confere a cor à pedra preciosa. D) Eles determinam a densidade específica. |